sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ao roll of movie Day.

O tal do nosso “será”...
Tinha um relógio contando atrás de você
Acusando-te inteiriçamente,
Pois então alumiou a tarde inteira?
Houve braços lindos?
Isso sempre será.
Confirmo: Uma loucura.

Nisto que estamos metidos até o pescoço
Será barro ou bosta?
O que nós arrastamos,
É um corpo safado
Então não incomodará com o que já gosta.

Vamos agora nos queimar!
O que é esquisito é o falar não adiantar.
É o que resta para o homem
É o erro.

E foi assim que livre arbítrio viveu.
A filmagem de olhos não garante flagrantes
E você poema sabe disso!
A intensidade do beijo garante o que alçou
Verso para o que a cá esteja.

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