(...) E...
Tenho algo para ter,
Mas ter é cuidar,
Cuidar é zelar,
Zelar é cercar,
Cercar é sofrer.
Não há zelo de maldade
Ou pôr sofrimento para distrair.
Distração pérfida e perfeita, logo
Vivem bem à fé que não há.
Olhos e alhos em combinações dignas de Hitchcock.
Um falcão corta o mar catártico a buscar
A idéia ou um estalo a implodir a
Pálpebra que abre e fecha
E espera o bico da rapina nas costelas!(...)
Encerra-se o sonho para
Acordamos para consciente real sonhar.
Caminho de servo.
Observado o fim e os outros términos,
Findadas fases com devaneios,
A vida onírica como a principal,
A loucura como madrinha,
A vida real como um facínora...
É fascinante o palco em que se forma
Maleávelmente o subconsciente ou o T.O.C!
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