domingo, 18 de setembro de 2011

Inerte

Pisando meeeesmo no lado errado!
Pagando para ver o errante
A mercê do escorregão e
Assim loucos e assim comentados,
O inerente da luta ali feita.
O punho de pinho cerrado ou o dedo “gatiado”?

(...)

Si... “Lêncio”...

(...)

Bum!
A vida é boa.

O que separa o flagrante é uma porta,
Uma obvia queixa surtada,
Que até recebe quem chega!
Ontem foi dia de Nuvem Preta...
Uvas também pretas e os Elíseos que choram "la pluie" prata.
Bum de novo!

Volta da carne o projétil surrado
Para a mente que com as vontades de anteontem,
Guardadas como em caixas de assassinatos,
Vive o perpétuo resíduo fraco e feito pra isso,
O residual do ser é sociedade e somente nisso
Vai viver e não vai ver um fim disso,
Será um ser eterno para pôr os dois olhos no mundo
E em mais se for preciso.
Mundo?
Não é parado, nem pouco imundo...
É seco e profundo.
E pela profundidade
Tem lugar que nem dá pé.

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