O samba toca meu filho.
O samba toca.
Entre bacharéis
Nós?
Homens altos
Alta estirpe
Nós?
Temidos de tempo
O que vem
O que fala
Divididos.
Faz o que faz
Sou de escola de esquina
E da malandragem primo
A vida ensina te batendo
A família mostrou a porta que não poderíamos entrar nessa
Entramos com a cabeça aberta!
Pela porta que a mãe fala prá!(S); o filho dis-entra.
O “lêlê” da batida
Tem samba
Tem serviço de alto falante
Tem pirulito, criança.
Joguete intéra,
Esperança e vontade,
Sonho ou posteridade
Tem tudo domigo 7 horas
Tem donas e senhoras,
Geratriz contra imperatriz?!
Tudo batendo pacificamente na paz,
Sem ser figura minaz,
Gruda no ouvido do cidadão e fala:
Puxa festa aí no chão,
Eu grito e dibulho conselho de graça:
Pra acaba com seu choro,
Samba é samba.
O samba toca meu filho.
O samba toca.
Pra vê se um dia da terra brota
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXalguma coisa que samba mais que o samba!
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