Ao entrar no banheiro quis mastigar um cigarro
Quando a fumaça entrou no meu olho e por mim gritei por
Dentro de mim tendo um mundo mim em mim e mais minha mão!
E lógicamente na frente da dama tenho que controlar o veneno
E coisas complexas demasiado.
Quando foi três da manhã eu não segurava minha cabeça...
“Foi Órribou”.
E assim criei o que me matava com
A comida barrosa no prato
E você: ser humano, querido...
Ser que deixou a janela aberta e o gato pulou.
Pulou do quinto andar felino.
No estacionamento está a frase que vai carregar:
Você matou gato!
Grita e berra a morte daquilo que nunca,
Nunca conversou com você,
Nunca foi e sempre era,
Estimação é balela?
Seres como nossos?
Qual fome ou ganância ou interesse tenha em seu corado ser?
De que padece?
Diga!
Conclui que a fome é de fumaça mesmo,
Conclui detalhe por detalhe a esmo,
Ou faça mesmo sem pensar.
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