segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Velharia Cordexita; cordel e pano de chita.

Somos contra todos os advogados, menos o Dele.
Somos contra doutores e a favor dos umbandistas.
Não apoiamos balelas e extravagâncias ilusórias
Leis para não cumprir então.
Um mesmo tanto de pessoas que não querem ser
Gente que cresce sem leitura,
Gente com postura social feliz.
Deram dias para criarem-se,
Algumas coisas que perdidas servem
Destruídas funcionam.

A pulsação do hino.
Pino que trava a porta, ferrolho que separa a arte,
As velhas idades e caixas de folhas tortas
Sentirão as teias e os pós nos alvéolos.
Os livros continuam reunindo poeira.
Cada verso é um título,
Uma lei de luta e leitura sonolenta ou ratoeira!
Vêem-se então figuras,
As nervuras das preposições
As veias e velhos que levam o objeto ao fundo das gavetas.

Estranhas.
Acumulam-se entre o clássico e o café.
Somos a porta que põe a chave por debaixo.
A entrada para as quatro paredes e nós sentados numa quinta.
Acaba que livros... Vivemos a fazer.
Junta-los e junto com os pedaços,
A poeira que por anos e anos
Ajuntou-se em meio ao breu
Ali como objeto que se esqueceu,
Como talvez as tangerinas,
Ou comidas que são dos seus.

Há anos e anus, assim se faz páginas...
Pontilhos e folhas,
Livrete âmbar ou revista mar?
Locais entre todos os livros
E bibliotecas cheias de cernes,
Mentes de par em par.

0 comentários: