Quantas vezes pedir sossego,
E isso ser imagens para cegos,
Ou pelo ego morrer na vaidade,
Ora pérfida, ora mundana.
Quantos dias e Gomes,
Quantos livros e nomes,
Aqueles que passam das ações
Para citações.
Querer qualquer quantia,
Para exigir do destino,
Viver a sensação de ser menino
Uma vez ou outra no dia.
Com arco e lira em punho,
Pelas bordas do pesadelo unho,
Vontade de desaforar a agonia,
Para só depois dar lugar
Para a tristeza, ou melhor:
Colocar de vez a alegria.
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