Delineia a ponta da pena,
Sobre o licor de flauta serena,
Em sono de apetite literário,
Por livros de leituras e de tempos
Binários, onde trítonos
Compõe estrofes.
Delineia a extremidade do dedo
Sobre alvo sonoro: O computador.
Feito Kamikaze que desmaia antes de
Romper a meta,
Não vê a morte, conta-se uma neta,
Delira sem carne,
Voa sem musica, mas permanece
Eternamente em detrimento da arte.
Morre o Kamikaze,
Fica o vento,
Resta-se tudo,
Do que é mito,
Soror vivo,
Alvo-leitor,
"Explo'domundo".
1 comentários:
Olha... venho te fazer uma visita depois de tempos e tempos e vejo que em paga pela minha ausência me devolve um mimo de poema! Vc é mesmo uma graça de gente Senhor Aguiar. Sempre me anima a continuar nessa causa perdida de gente que se perdeu... que bom... isso deixa o meu dia bom.
Saber q vc não me deixa esquecer do nosso compromisso de sermos aquilo que muita gente não tem a coragem de ser: uns escritores perdidos no meio da balbúrdia das avenidas.
A vida vai bem às vezes!
Saudades de ti.
Bj grande!
Postar um comentário