Andarei a pedir benção:
“Benção para a família dos caboclos”.
9hs irei tocar com os dedos a pureza de Aladim,
Tirarei parte de um tesouro que nem se sabe, foram.
Esta futura jornada nós queremos manifestar,
Custear e deixar existir esse apego e quem sabe não ditar,
Não perder, não calar,
Com ti pelo cerrado de cimento que é essa Uberlândia,
Tão longe de uma outra “Lândia” qualquer,
Um trevo que tem mais gente do que estrutura.
É essa oportunidade?
A Lua misturada com lama dá o reflexo?
O galho misturado com lodo dá moldura?
É só ter firmeza e ternura das coisas?
Em mão de ir e vir,
Em sossego a confirmar,
Buscar o que quer.
De verdade desejar,
Quando quiser ter,
Possuir para sempre o verbo ter,
Amar sempre que haver,
Roubá-lo desse mundo grandão,
Busca-lo com o dedo mindim.
Hoje tirei do fundo da minha mente,
Várias imagens:
Que bom, Uberlândia nuntava lá!
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