segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Olelfante.

Não adianta fugir pra dentro de um abismo,
O ceticismo de um brejo terreno de cipó
Que só começa quando existe um serviço,
Ou uma idéia que presta,
Ser um castelo, não ter areia, nem mar.
Uma pena...

Mar constrói;
Do jeito dele.
Do jeito dele...

Não tem como ser uma corrente sem força, choque!
Ser uma bateria sendo pilha no congelador,
Ser inúmeras possibilidades,
Assumir continuar e querer assim ficar
E logo um mudar prum rumo avassalador:
Não mais querer elefantes!
Espasmos de memória pra quê?!
Lembrar o tudo, pois.
Mesmo ontem,
Parassem com os ponteiros!
Fosse feliz uma única pausa na hora,
Que realmente à hora parasse!
Meia hora em um minuto!
Inventar e testar novos nomes e difamações!
Ver os verões com bem mais dias!
Talvez férias a cada segundo da nossa vida.

1 comentários:

Arco e Lira disse...

eloquentes e fortes verbos, senhor Aguiar. me remete a tantos pormenores sem remates da vida das minhas entranhas subjetivas...