segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Põe na libra

Medida de dez e disso não passa!
Um velho que ora desaparece,
Um novo que ora some.

O que some existe...
Apenas não some tanto por estas épocas,
Sai da imagem algum tempo,
Pela prece andamos mais em busca daquilo que não mede.
Nós estamos olhando um só,
Na estrada de um andar,
Na estrada de dois andares,
Na modernidade da extra-física que o homem domina.
O corpo de domínio científico,
Adeus Deus,
Agora Nano-Deus,
Este que veio explicar algo
Desse insano processo orgânico que fez da gente
Esse estranho motor.

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