quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Volte-se

Quantas coisas velhas posso lhe mostrar?
Possamos em meio a velharia
Trazer do peso do dia
Cada leitura da lira,
Cada vista e lida da Bia!
Cada pessoa que em meio à versos
Trazemos para ver aquela palavra
Que te faz chorar e rir...
Poesia e poema com o mais exótico tema,
Cada coisa em um "Cordexita Esquema",
Sem limites para escrevinhar,
Escriba a tentar criar,
Tentar emocionar!
Tentar sensibilizar!
Podemos abreviar:
Antecipamos histeria,
Mudanças,
Sofrer e sorriso,
Improviso e rima feia,
Naquilo em que montamos uma teia
Com sangue da veia
Em prol dessa Velharia.

sábado, 23 de maio de 2015

Aciona

Pode correr pela coisa forte que é admirar; ter olhos para ver tantas pessoas que percorrem mundos. Admiro pessoas fortes que conhecem todos os mundos e que querem conhecer pessoas, danças, músicas, literaturas, muitas vidas, formas produtivas de serem sensatos e sinceros, seres que não aceitam serem meras posses, seres que conhecemos em doses, diariamente se revelam serem pessoas lindas, dentro da raridade que finda tudo de bom ao redor. Merece percorrer a vida sem se fuder tanto, essa pessoa forte merece remover de si o pranto e colocar o plano de viagem em ação; sair do inverno e caçar sorriso e verão, buscar na novidade um dia de meditação. Gosto como anda a conquistar mundos, vejo um sentimento profundo, muito bonito de se olhar.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Código Florestal


  • Plantar uma árvore, ter um filho, escrever um livro;
  • Saber que o custo por semana para viver onde eu vivo é: 800 reais por semana;
  • No caso para escrever o livro, planta-se uma árvore: redução de danos;
  • Mantenha-se: plantar uma árvore;
  • Faça um E-Book;
  • Adote uma criança;
  • Notar que as escolhas podem ser verdadeiras, o termo financeiro traz felicidades; 
  • Felicidade financeira é aparente;
  • Mantenha o ato de plantar árvores, pense bem para escrever um livro;
  • Filhos sempre teremos. 

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Na época errada

            A quantidade não era sabida, todavia Noel tinha pouco. O que suas mãos sabiam: o mundo não precisava mais. Junto com ele, sofremos por não exercermos nossos reais ofícios, oficialmente declarados estúpidos.

            Amaldiçoei meu nascer com dons tão antigos, Noel nem mais falava. Ele preocupava com tantos rumos, metas que não eram dele, ações que Noel haveria de cumprir pelo bem estar dos que estavam ao seu redor e dependiam.

            O melhor a fazer foi cortar as unhas com tudo junto. Eu segurei o Podão com a palma das mãos sem dedos; Noel se mutilou depois. Creio que nossa deficiência nos trará uma nova serventia... Naquele lugar aonde ninguém nos queria: para quê dedos? Por que artesões, professores, manufaturadores de histórias, trabalhos que ninguém se interessa? Noel chora de dor ainda e pode entrar em estado de choque; eu vou tentar ir ao banheiro, assim ferido, pela primeira vez. 

domingo, 3 de maio de 2015

Mulher dentro da mulher

           Nele nunca pude confiar; o que ele me enfia goela a baixo e como ele me ordena. A minha pessoa, a pessoa que cuida de mim, vai me dar uma passagem para longe disso que um dia chamei de Companheiro. Todas as minhas coisas ficarão, levarei somente meus braços e pernas. Existem tantos homens pelo mundo e dos meus objetos de intuição: Observarei qualquer emoção que queira chegar perto.

            Em nada na vida pude confiar; ao menos em mim eu confio quando estou dentro da mulher que me cuida. Não serei a mulher com frio, não compro ninguém para me esquentar, eu que vou solicitar quando quero e onde quero que a solidão acabe e quando a solidão vai continuar. 

Pessoa presa

         Tal quem pega uma lixa e parte pra cima da grade... Um grito não pode existir; o condenado tentará se soltar; o carcereiro queria isso. Ele queria a fuga dos homens, todavia torcia com sua fé e vontade para que os homens mudassem por si... E que erros bárbaros, como os do condenado, não viessem surgir efeito contra os demais mortais. Das maiores atrocidades do condenado, ele vivia uma peculiaridade: Ele matava facilmente a paixão, toda e qualquer paixão, sem nunca querer saber por que surgem. 

As missões humanas

Os poemas que foram publicados no Velharia serão distribuídos pelos livros da Série "As Missões Humanas", um constante trabalho que tem como meta 20 anos para sua finalização. Daqui do Blog os poemas são levados às obras que lhes apetecem assim constituindo ideias sobre nossas ações Humanas, a missão de cada um e a missão do Blog Velharia. Assim os livros que amadurecem um pouco a cada dia com a ajuda de vocês.

Lista corrida
1.     Ex-Lúdico; 2008.
2.     Entre Um e o Aladim; 2009.
3.     Aliança; 2010.
4.     Matanu Poesia; 2011.
5.     Fabriquêta; 2011.
6.     Lapela; 2011.
7.  Os Gigantes que te povoam; 2011.
8.     Os puros de Net; 2011.
9.     Asa de Pombo; 2011.
10.           Uma Tarde Gostosa com Lispector; 2011.
11.           Compasso Mequetrefe; 2011.
12.           Opção Tátil; 2012.
13.           Art Facilitê; 2012.
14.           Tetro ou Lebre; 2012.
15.           Requentado; 2012.
16.           Sentimento Decrescente; 2013.
17.           Um homem em busca de Lírica; 2013.
18.           Outro nome perdi; 2013.
19.           As Rochas; 2013.
20.           Aos que vivem; 2013.
21.           Deixei uma mensagem ao pé do altar e alguns anjos leram; 2014.
22.           O Probleminha do ser, do destino e da dor; 2014.
23.           Rodenticida; 2014.
24.           Nirvana Lilás; 2015.
 Livro Zero - Catálogo Série As Missões Humanas; 2015.