sábado, 18 de fevereiro de 2017

Eu não sei escrever um Conto porque nunca soube escrever

Será que alguém defende
A gente sem a gente ver?
Porque falar mal sem a gente ver
É somente a ação recorrente.
(...).
Você está muito incoerente,
Mente ser semente
E sem mente entende
Nada com nada!
Você é a mais primata,
Uma daquelas pessoas
Que desperdiçam o ar,
E pode protestar!
É o que te sobra...
Você se dobra,
Você desmonta a obra,
Gosta muito de cobra,
Gosta muito de víbora,
Gosta muito de serpente,
Você não é incoerente,
Você não é doente,
Mas tá matando pela fome,
Ou tá com fome por não matar?
Você quer mesmo se politizar?
Mal sabe ler o versar,
Quer me provar que sabe votar,
Mesmo depois de tanta coisa?
(...).
E já rolou tanta coisa...
E tanta gente não querendo ver,
E já que muitos
Acham fácil o ato de escrever,
Considero o oposto,
E se não for por muito gosto,
Ninguém escreve nenhum verso não!
(...).
Muitos irão votar,
Muito poucos querem saber ler!
Ler o que o escriba tem a oferecer!
E político esculachando escritor
Se julgando imperador...
Mas com muita "cutuvelo-dor"
Por não sentir a mesma emoção,
Um bando de ignorante
Na frente da nação,
Destruindo nosso coração,
Esfacelando a nossa mente,
Muitos consideram
O escritor um ser incompetente,
Mas o mais demente:
Aquele que quer nos governar!
O que vive a promessa
Que na semana que vem
Sem ser nessa,
Tudo vai de repente melhorar,
Ou apostar que tudo pode ser tão ruim
Quanto esta literatura,
A gente vive uma ditadura,
E sempre é uma fita obscura,
Melhor falar mal da gente
E absolutamente deixar o Milico hibernar...

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