sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Não quero saber de correção ortográfica

Cês me conhece não!
Inventa treta pra mim não,
Pergunta nada da minha vida,
E saiba que tenho defeitos,
E eles são educados,
Donde fico só na minha casa,
Se você me vê na rua,
Se eu conversar contigo:
Tô bem,
Afinal meus demônios eu cuido deles em Casa,
Meus vícios são cabaças à minha escolha,
Só não vou bater papo de droga,
Só não vão me ver de domingo a Domingo,
Aliás, 
Dentro da caverna eu nunca magoei Ninguém,
Não inventa treta onde não tem,
E se eu der merda um dia,
Vou ser uma notícia,
Mas não serei uma responsabilidade,
Escuto gente demais,
Eu me escuto,
Não coloco ninguém de luto,
Mas pra quem morre não fico sem Respeitar,
Sempre somos malabaristas financeiros,
Vegetarianos por corte em despesas de Cesta básica,
Comemos carne, mas estamos sem Comprar,
Temos N dívidas sem passar no ouvido
Das pessoas!  
O que precisa conhecer
Acredito que conheceu,
Inventar o que não sou?
E no fundo no fundo,
Não presume uma rota,
Não julgue saber meu perfil,
Sem meses ou anos?
Sem ganhar o título de mano?
Pensa então outra coisa de mim,
Pensa que a gente é bicho,
Sou mais que bicho,
Tô aqui ofertando um lixo,
Escrevendo e vivendo um nicho,
Mas longe da inveja vive meu valor,
Escritor e exame toxicológico?
Nesse roteiro previsto:
A lei do jacaré,
Oportunista e sangue frio,
Ele de dentro do rio,
Eu de dentro da caverna.
2 de março?
Vai acabar minha hibernação. 

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